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segunda-feira, 10 de julho de 2006

Qual o espanto???

Nos últimos dias, temos assistido a um impasse na casa de detenção de Araraquara, onde os presos encontram-se confinados em um dos pavilhões enquanto os outros três são reconstruídos. Durante a última semana, além da imprensa nacional, os presidiários já receberam visitas de comissões de "direitos humanos" de toda a sorte e de políticos, dentre eles o senador petista Eduardo Devagarquaseparando Suplicy - sempre presente quando fascínoras de todos os tipos precisam de uma "forcinha".
O último órgão a passar para dar um "alô" aos prisioneiros foi a Comissão de Direitos Humanos da seccional paulista da Ordem dos Advogados, na pessoa de seu coordenador, o advogado Fábio Romeu Canton Filho, que destilou toda a sua indignação com a situação em que se encontram os presos. Chegou a comparar as condições do presídio às de um campo de concentração nazista.
A despeito do fato de que a OAB/SP deveria ater-se à causa da advocacia paulista, que encontra-se cada dia mais inviabilizada justamente porque ninguém se ocupa dela - São Paulo figura entre os Estados com o Judiciário mais lento - é difícil entender tanta preocupação da instituição com uma situação que, no final das contas, foi criada pelos próprios presos.
"Toda a ação tem uma reação proporcional e em sentido inverso". Embora seja um princípio de física, ele também se aplica a todos os setores da relação humana. Se um indivíduo não paga uma mercadoria, a "reação proporcional e em sentido inverso" é que não a receberá. Da mesma maneira, se prisioneiros condenados - cansados de cumprir pena - resolvem fugir da prisão e para isso destroem como verdadeiros vândalos três pavilhões de uma penitenciária, a "reação proporcional e em sentido inverso" é que aqueles que não conseguiram seu intento terão que conviver com os resultados da depredação. E qual é esse resultado?
Como, dos quatro pavilhões do presídio, três ficaram completamente destruidos, como se tivessem sido atingidos por um ataque aéreo, restou à secretaria de administração penitenciária confinar os rebelados naquilo que restou incólume do estabelecimento. Que as condições dos presos neste espaço são difíceis, não há como se negar, contudo, foram causadas por eles mesmos, logo, não há como se atribuir a terceiros as consequencias por tais atos de vandalismo.
E quando se menciona terceiros, não se defende tão somente o ponto de vista das pessoas de bem, que cumprem a lei e no final das contas acabam pagando - via tributos - pelo vandalismo dos presos. Defende-se também os presos ordeiros, lotados em outros institutos prisionais, no momento em que - segundo sugestão da OAB - os rebeldes deveriam ser redistribuídos para outras prisões do Estado. Ora, será que é justo que outros presos sejam submetidos a mais superlotação, sofrendo as consequencias do vandalismo praticado por outros?
Por essa ótica, fica claro perceber que a situação de Araraquara só tem duas soluções possíveis: Ou permanecem os presos na atual situação até que se reconstrua minimamente a infra-estrutura que eles mesmos destruiram, ou colocam-se todos em liberdade, concedendo anistia a seus crimes - o que, embora absurdo, diante da preocupante tradição que a OAB vem construindo, no sentido de posicionar-se sempre do lado errado nas questões nacionais (vide a suspeita desistência da entidade de ingressar com pedido de impeachment do Presidente da República), não seria de se admirar que fsse defendido por ela.
Ao invés de se imiscuir nesses assuntos, deveria a OAB/SP investigar, por exemplo, o verdadeiro "calote" que os advogados previdenciaristas atuantes no Juizado Especial Federal estão tomando com o aval da Caixa Econômica Federal. Explica-se:
Após o advogado ingressar com ação de revisão de benefício previdenciário e atuar durante todo o processo, a CEF, ao receber o depósito feito pelo INSS em cumprimento à condenação judicial, não permite que o advogado saque o valor, a fim de descontar seus honorários e repassar o restante ao cliente. Ao invés disso, maliciosamente envia uma cartinha diretamente ao aposentado informando-o de que o seu dinheiro está disponível e agendando data para que este compareça a uma agência para sacá-lo. Resultado: Alguns aposentados pouco éticos, aproveitando-se da "mãozinha" dada pela CEF, sacam o dinheiro e dão uma "banana" para o advogado.
Pois é, ao que tudo indica, os direitos humanos defendidos pela OAB/SP não são aplicáveis aos advogados. Só aos presos envolvidos em práticas de vandalismo.

A maior usina solar do mundo


Maior usina de energia solar do mundo
Situada no deserto da Austrália, esta usina de energia solar será a mais alta construção do mundo e também a mais ambiciosa obra para gerar eletricidade a partir de uma fonte não poluente..
O maior projeto de produção de energia solar do planeta está sendo tocado em Mildura, no meio do deserto australiano. Uma torre de 1 quilômetro de altura por 130 metros de diâmetro, que será a mais alta construção do mundo quando ficar pronta, em 2009, será erguida no centro de um imenso painel solar, de 20 quilômetros quadrados.

Se tudo correr como o previsto, o calor gerado pelo painel formará uma corrente
de ar de até 50 quilômetros por hora na enorme chaminé, o bastante para
movimentar 32 turbinas, gerar 200 megawatts de energia e abastecer até 1 milhão de pessoas.
O gigantismo do projeto dá uma idéia de quanto fontes renováveis como o sol e os ventos começam a merecer atenção e se tornar viáveis.
O filme é de aproximadamente 3 minutos e vale a pena ser visto.http://www.solarmissiontechnologies.com/SolarTower%20Animation%202004.wmv

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Outro brasileiro se destaca na ONU

Nenhum órgão da mídia comentou, mas o Brasil mais uma vez fez bonito na ONU (Organização das Nações Unidas). No último dia 30 de junho, o Coronel Paes Lira - defensor ferrenho dos direitos à posse de armas de fogo por cidadãos civis - se unil à seleta e diminuta categoria de não diplomatas que tiveram a oportunidade de discursar na assembléia da Organização das Nações Unidas.

À convite de uma ONG internacional voltada à preservação do direito ao porte de armas, o nosso patrício subiu ao plenário para elucidar como os movimentos pró defesa no Brasil conseguiram reverter uma situação que no mundo inteiro era dada como certa: a vitória dos movimentos anti armamentos no referendo realizado em nosso país e consequente proibição da fabricação e comércio de armas de fogo por essas bandas.

Muita gente não sabe, mas o referendo brasileiro serviu de vitrine para órgãos pró e contra a legítima defesa por armas de fogo no mundo todo. Se o Governo conseguisse a proibição por aqui, eclodiria um movimento em nível mundial com o mesmo objetivo.

Segundo se apurou, o Coronel Paes Lira discursou por nove minutos e trinta e quatro segundos, narrando a árdua luta travada com o Governo e praticamente todos os seus representantes, com a Rede Globo de Televisão e com ONGs como Viva Rio e Sou da Paz. Foi ouvido por diplomatas do mundo inteiro. Ao que consta, suas palavras em geral foram muito bem recebidas, à excessão de uma advertência que parece ter causado certa celeuma entre os representantes brasileiros: É que o Coronel foi taxativo ao afirmar que - em se tratando a ONU de um órgão que delibera por conta de mandatos - o povo brasileiro com o resultado do referendo deixou claro que não outorga mandato a qualquer diplomata ou organização que, em seu nome, pretenda apoiar movimentos de restrição ao uso de armas de fogo.

O recado dado foi bem claro e perfeitamente compreendidos pelos diplomatas brasileiros presentes na ocasião, que não gostaram nada nada da mensagem.

O estranho é que um evento tão importante não foi mencionado em lugar nenhum. Por que será??